Oops!

Lula parece mesmo não ter freio de gafe (atenção, leitor: criei a expressão “sem freio de gafe” para designar aqueles que dominam a arte de constranger a platéia). Essa que você lê abaixo eu pesquei da coluna do Augusto Nunes, da Veja, que tem uma coletânea de frases desse tipo reunidas sob o sugestivo nome de “Sanatório Geral”. De onde veio essa há outras:

“O Salim deveria ser tratado de turco. Aqui tem muita gente com cara de turco. Ou seja, a pessoa que coloca um monte de peça de pano debaixo do braço e sai de casa em casa batendo palma e vendendo”.

Lula, ao discursar de improviso no seminário Brasil-Jordânia, trocando o nome e a nacionalidade do primeiro-ministro Samir Rifai para qualificar os jordanianos de turcos, chamar de mascates todos os turcos, ofender o Oriente Médio com a lembrança dos massacres ocorridos durante o Império Otamano e, com uma só declaração cretina, ganhar o troféu reservado ao autor da brincadeira de mau gosto do ano.

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