A conta de Belo Monte não fechou

Quem sabe fazer conta sai na frente. No caso da Camargo Correa e da Odebrecht, saíram… do leilão de Belo Monte. Os números: uma fortuna de R$ 19 bilhões (no mínimo) para construir e baixa garantia de retorno do investimento. 

Comparação para os descrentes: por que a hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, teve um preço-teto na tarifa de venda da energia fixado em R$ 91/MWh se a usina custará somente R$ 8,7 bi, enquanto Belo Monte, minimamente estimada em R$ 19 bilhões (há especulações de que poderia chegar a custar 30 bilhões) teve preço-teto menor (R$ 83 Mwh)? A proposta vencedora em Jirau foi de uma tarifa de R$ 71,40 Mwh e em Belo Monte R$ 78. Qual foi o critério? Com um lucro tão mais baixo, somado ao risco de durante seis meses a usina produzir menos, não admira que a iniciativa privada tenha se esquivado, deixando ao Estado a tarefa de arcar com a construção dessa usina polêmica.

Leia aqui o artigo “A conta fictícia de Belo Monte”, publicada hoje no Estadão

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