IFHC debateu Código Florestal

Ontem, em São Paulo, participei de um seminário fechado (só para 28 convidados), no Instituto Fernando Henrique Cardoso. Em pauta, o Código Florestal. É o segundo seminário promovido pelo IFHC sobre esse tema nos últimos três meses. Além de FHC, estavam presentes o relator da proposta, deputado Aldo Rebelo; o ambientalista João Paulo Capobianco, que trabalhou no MMA durante a gestão Marina Silva; Sergio Besserman, o ex-ministro Pratini de Moraes, Xico Graziano (ex secretário de Meio Ambiente de São Paulo na gestão de José Serra); os deputados Ricardo Tripoli, Antonio Carlos Pannunzio e Duarte Nogueira; e representantes da Sociedade Rural Brasileira e do Greenpeace.

A ideia era construir o consenso possível. Todos concordaram que a forma atual do texto é um avanço e que o relatório de Aldo rebelo contempla as questões mais relevantes. Mesmo assim, todos reconheceram que a proposta precisa de ajustes. E talvez aí resida o maior perigo: sem querer conformar-se com o “muito bom”, alguns querem passar o texto para o “ótimo”, mas isso poderá se tornar uma armadilha, pois essa decisão poderá significar que se consumirá ainda mais tempo antes de aprovar as mudanças. Enquanto isso permanecerá em vigência a atual legislação, que é péssima tanto do ponto de vista econômico, como do social e do ambiental. Ou seja,a  busca do ótimo pode inviabilizar o muito bom.

O debate de alto nível iniciou às 14h30 e se estendeu até às 17 horas.

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