Sede das Olimpíadas escolares será conhecida em outubro

No final da manhã desta quinta-feira, 30, a comitiva do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) encerrou a visita técnica ao Pará, especificamente em Belém. Dentre os cinco integrantes do COB, estavam Edgar Hübner, gerente de Iniciação, Fomento e Eventos e Agberto Guimarães, paraense e diretor de Esportes do Comitê Organizador Rio 2016.

Belém foi a primeira cidade dentre as 36 a serem visitadas em 20 estados da federação, que disputam uma das duas vagas para sediar as Olimpiadas Escolares Brasileiras de 2013. No dia 28 de outubro deste ano serão conhecidas as cidades-sede. Belém disputa a vaga para abrigar as competições na categoria infanto-juvenil (15 a 17 anos). No páreo estão Teresina (PI), João Pessoa (PB), Natal (RN), Campo Grande (MS) e Praia Grande (SP). A edição de 2013 está programada entre os dias 7 e 12 de novembro.

Para Ana Glória Guerreiro, coordenadora do Núcleo de Esporte e Lazer da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a missão foi cumprida. A coordenadora conta da real possibilidade do Pará ser escolhido. “Eles disseram que o Pará conseguiu preencher todos os requisitos do caderno de encargos e do questionário de candidatura. Oferecemos alternativas de equipamentos esportivos. O Pará está apto”, garantiu a coordenadora. Segundo ela, a comitiva do COB parabenizou o governo pela condução da agenda.

Visita

De 28 a 30 de junho, a equipe técnica do COB conheceu a infraestrutura, instalações esportivas e serviço hoteleiro. Estádio Olímpico do Pará, o Mangeirão e Ginásio de Esportes de Educação Física, além do Centur, Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Teatro Maria Silvia Nunes e Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, espaço que surpreendeu a comitiva.

“”Visitamos em média seis cidades por ano por conta das Olimpíadas Escolares. Desde 2005, passamos por mais de 40 cidades, e sem dúvida aqui encontramos a melhor estrutura em um centro de convenções”, disse Edgar, gerente-geral de Iniciação, Fomento e Eventos do COB e diretor-geral do evento

No primeiro dia, Edgar Hübner, também diretor-geral das Olimpíadas Escolares explicou, durante uma reunião no Palácio dos Despachos, o funcionamento do evento esportivo, os investimentos a serem feitos e aproveitou para esclarecer dúvidas do público. Além de Agberto Guimarães, integraram a comitiva André Matos, Cristiano Del Rey e Jesser Oliveira.

Eles foram acompanhados pelo secretário de Estado Nilson Pinto, da Seduc, e demais autoridades, entre elas Luiz Fernandes, titular da pasta de Segurança Pública (Segup), Marcos Eiró, secretário de Estado de Esportes e Lazer (Seel). Estavam presentes ainda presidentes de federações de diversas modalidades, além de representantes do setor hoteleiro e servidores da Seduc.

Hübner destacou os investimentos feitos durante a realização do evento, da ordem de R$ 4 milhões. Da mesma forma, exibindo imagens, detalhou a infraestrutura utilizada numa programação que reúne cerca de 4 mil atletas nas categorias A (infantil/12 a 14 anos) e B (juvenil/15 a 17 anos). “São investimentos que ficam na cidade. Ganhos ainda para rede hoteleira. O Comitê entra com a contrapartida de hospedagem e alimentação. São geradas demandas de serviços para cidade e da mesma forma, impostos”, garantiu Edgar Hübner. Ele enfatizou que as Olimpíadas são oportunas para que os estudantes competirem nas cidades de origem, e o Pará teria um histórico de sucesso com a realização dos jogos escolares.

Um oportunidade do Brasil conhecer a Amazônia e que o governo Simão Jatene “está disposto a fazer o que for necessário, investir no que for preciso para ter o Pará; Belém, como sede das Olímpiadas Escolares Brasileiras”. Sob esses argumentos, o secretário Nilson Pinto defendeu a candidatura da capital paraense. “Será uma vitória coletiva. O Pará não pode viver eternamente com o trauma da perda de ter sido uma das sedes da Copa do Mundo. Esse evento envolve além do esporte. Envolve a auto-estima dos atletas e é um grande oportunidade do Brasil conhecer melhor o Pará e a Amazônia”, ressaltou. Ele ainda salientou: “esse não é um projeto da Seduc, é um projeto de governo”.

Envolvido com o projeto das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, Agberto Guimarães, medalhista de ouro nas provas de 800m e 1.500m em Caracas, Venezuela, em 1983, argumentou àqueles que veem a distância do Pará como um componente negativo para a escolha de Belém como cidade-sede. “Se formos pensar em distância, o Brasil não teria sido escolhido para a sediar as Olimpíadas de 2016”, argumentou Agberto, que elogiou as instalações físicas do Hangar.

Fonte: Sérgio Chene – Ascom Seduc

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