medicina – I

no_doctorO Governo Federal quer forçar a barra para flexibilizar a regra de validação dos diplomas de médicos cubanos e de brasileiros formados no exterior.  As entidades médicas repudiaram, na semana passada, as ideias anunciadas pelo Executivo federal.

Estou de acordo com os as entidades médicas. Afinal, saúde é coisa séria. Os diplomas obtidos no exterior têm qualidade muito diversificada e cada um deles precisa ser cuidadosamente analisado antes da revalidação.

Entretanto, há outro aspecto importante a ser considerado. A cautela na análise dos diplomas de médicos formados em países estrangeiros  não pode servir de pretexto para camuflar o corporativismo de brasileiros que simplesmente não aceitam dividir o mercado com médicos formados no exterior. E isto está acontecendo, em larga escala, no Brasil.

Conheço universidades públicas onde centenas de diplomas de médicos formados no exterior estão há anos aguardando análise para decidir se o diploma tem valor ou não.  Nesse caso, dever-se ter a coragem de analisar todos, negar os pedidos que não forem compatíveis com a graduação de Medicina no Brasil, apontar eventuais complementações de estudos ou aceitar os que forem de excelente nível.

O embargo de gaveta é absolutamente condenável!

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