Precisa-se

PRECISA-SE-JBAo afirmar ser impossível realizar agora um plebiscito cujo resultado não poderá ser aplicado nas próximas eleições, o TSE tirou o assunto do rol das soluções emergenciais para os problemas atuais do País.

Menos mal porque a ideia de um plebiscito não veio das ruas. Ela foi uma invenção para desviar o foco das atenções para o Congresso Nacional. Assim como já havia acontecido com a ideia destrambelhada da constituinte exclusiva.

Trata-se do velho expediente do bode na sala: pura esperteza, nenhuma sapiência. O governo foge das demandas das ruas como o diabo foge da cruz, usando o escapismo e o diversionismo, técnicas de quem quer se livrar dos problemas e não resolvê-los.

Do que se precisa?  De um governante que ouça e respeite as demandas populares, que não fuja dos problemas, mas que tenha a capacidade de identificá-los, de priorizá-los e de articular as forças sociais e do governo para enfrentá-los e resolvê-los.  Em suma, precisamos de um estadista.

Mas isso só se resolve ano que vem.

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